E l   d e s t r u c t o r   e s   u n a   u n i d a d   l e n t a   y   p o d e r o s a   e x p e r t a   e n   d e s t r u i r   e d i f i c i o s .   E l   d e s t r u c t o r   e s   d  b i l   c o n t r a   u n i d a d e s   q u e   p u e d e n   a t a c a r   a   d i s t a n c i a   o   r o m p e r   s u   m e t  d i c a   m a r c h a . 
 
 
 
 L o s   e j  r c i t o s   q u e   a t a c a r o n   l a s   c o l o n i a s   a t l a n t e s   v i e r o n   q u e   s u s   h a b i t a n t e s   n o   e s t a b a n   i n d e f e n s o s ,   s o b r e   t o d o   l o s   p e s c a d o r e s   c o n   t r i d e n t e   d e   l a s   o r i l l a s .   E s t o s   p e s c a d o r e s   s e   o r g a n i z a b a n   p a r a   d e f e n d e r   l a s   l e j a n a s   c o l o n i a s   a t l a n t e s .   M  s   t a r d e   s e   c o n v i r t i e r o n   e n   u n a   u n i d a d   d e    l i t e   d e   l a   g u a r d i a   r e a l ,   e l   d e s t r u c t o r .   L o s   d e s t r u c t o r e s   m a n t i e n e n   u n a   l a r g a   r i v a l i d a d   c o n   l a   p r i n c i p a l   i n f a n t e r  a   a t l a n t e ,   e l   m u r m i l l o ,   s o b r e   l o s   q u e   s e   c i m e n t a b a   l a   A t l  n t i d a . 
 
 